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sábado, 23 de julho de 2011

Paris (2006)

Agora eu dificultei meu trabalho. Falar de Paris é até fácil, difícil é escrever em poucas palavras.

Vou usar como referência uma entrevista que assisti há algum tempo. Um repórter perguntou a um parisiense (eu nem lembro qual o mote da entrevista ou o nome do entrevistado) quanto tempo seria necessário para se conhecer Paris, o entrevistado retrucou: "nessa vida?".

Um bom ponto de partida é a Torre Eiffel, pode até parecer batido, mas dá para ter uma boa noção (com a ajuda de um mapa) da cidade e aí traçar uma estratégia de "ataque".

Flanar pela cidade, tomar um sorvete berthillon na Île de la Cité, visitar lugares famosos que você já viu em algum filme e curtir a cidade.

    Bom lugar para se começar, champs de mars e a torre. 

    Entrada principal do museu do Louvre, existem outras com filas bem menores. Dica: no primeiro domingo de cada mês, a maioria dos museus de Paris tem entrada gratuita.

    A bela fachada da Notre Dame. 

    Curva de rio... Rio Sena. 

    Museu de Cluny, tem o nome oficial de Musée National du Moyen Âge, museu nacional da idade média, lindo, mas como vários outros, o jardim é a melhor parte.... E grátis!

    Château de Vincennes, aberto ao público, um belo passeio e chega-se a ele de metrô.

    Instituto do Mundo Árabe de Paris. Impressionante! Suas janelas foram construídas com engrenagens que imitam o funcionamento do obturador de uma câmera fotográfica, que se ajusta a  luminosidade do exterior além de dar um formato de mosaico árabe.

    Detalhe das janelas.
    
    Terraço do instituto, com a torre ao fundo.

    Típica padaria de Paris e típico turista que não fala francês tentando fazer uma boquinha.

    A basílica de Sacré coeur.

    Flanando pelas ruas de Montmartre.

    Rue des Saules (salgueiros). Pittoresques.

    Uma das pontes sobre o rio Sena com a torre ao fundo. 

    Rua próxima ao Parc André Citroën, mais um lugar deslumbrante.
Château de Versailles. Fica a dica novamente, o melhor é o jardim (aqui, no plural), além de extensos e belos, FREE!
Uma nota pessoal, se eu tivesse que escolher entre passear pelos diversos jardins ou apenas conhecer o palácio por dentro, sem dúvida, ficaria com os jardins... E os 20 euros também!

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